2 de mai de 2017


D-Pantenol, meu milagrinho de 60ml


O que fazer quando a unha ta desfiando, os cabelos secos e a pele pedindo socorro? Bom, clinicamente falando primeiramente procurar um auxílio médico é o recomendado, cuidar da alimentação é imprescindível, mas existe alguns cuidados básicos que vão valer super a pena.
Pesquisando sempre isso achei sobre uma garrafinha que pra mim fez toda a diferença. Pele, unha e cabelo deram um salto depois disso.
O D-pantenol que já uma substancia bem conhecida no meio feminino  é a pró-vitamina B5. É uma espécie de álcool hidrossolúvel e rico em vitamina B5, que é um nutriente essencial para cuidar da pele e dos cabelos. Ao ser aplicado em qualquer uma dessas regiões e nas unhas, o produto ativa o ácido pantotênico, presente naturalmente nos fios e na derma, proporcionando mais hidratação e saúde. Assim sendo fácil achá-lo na composição das fórmulas de produtos dermo-cosméticos com resultados muito satisfatórios.



A pró-vitamina B5 devolve aos cabelos e à pele sua umidade natural. Pois a perda de umidade leva ao ressecamento. D-pantenol é um agente que trabalha para a manutenção da umidade natural dos cabelos e da pele, contribuindo para o seu equilíbrio e vitalidade, com isso, pode ser considerado também um agente de rejuvenescimento da pele e de combate ao envelhecimento precoce.
Hidratante da pele
Além de ter efeito hidratante e revitalizante, o D-pantenol também age como anti-inflamatório e cicatrizante da pele. Por isso, ele é muito usado para acalmar irritações cutâneas e cicatrizar feridas e pequenos machucados. Além disso, ele contribui muito para a melhora geral da elasticidade da pele. Usei o produto após o uso do sabonete de limpeza facial, principalmente na região dos olhos e sobrancelhas, onde notei menos inchados e as olheiras mais claras, com uso continuo é claro.
Hidratante do cabelo
A substância promove a hidratação de longo prazo dos fios, melhora sua textura e maleabilidade, diminui a criação de pontas duplas, melhora a condição dos cabelos agredidos e danificados e promove grande brilho dos cabelos.
Sua utilização pode ser feita em shampoos, cremes, máscaras e tônicos capilares. Usei o produto misturado com a mascara de hidratação e diretamente nos cabelos como reparador de pontas, ou até mesmo apliquei diretamente nos fios de maneira a ficar bem molhado pra só lavar o cabelo no dia seguinte (o produto não tem necessidade de enxágüe, porem nesse tipo de aplicação eu propositalmente fiz na noite anterior onde iria lavar os cabelos, e utilizar de prancha e escova. Não sei se é a utilização correta, mas pra mim deu super certo. A escova foi muito mais fácil, cabelo de longe não tinha nada de seco, e demorou pra ficar oleoso).
Fortalecedor das unhas
Quem tem problemas com unhas quebradiças ou de lento crescimento, pode experimentar o uso do D-pantenol para reverter esse quadro. A substância ajuda na hidratação das unhas e evita quebras e rachaduras, já que as deixa também mais flexíveis e resistentes. Usei o produto a cada troca de esmalte, normalmente com o algodão umedecido, como quem passa a acetona normal. Um mês depois já eram notórias as unhas mais fortes e com menos escamação. (Não largo isso nunca mais, só quem lava louça e ver as unhas dobrarem vai saber da minha felicidade!)
O D-Pantenol pode ser comprado em farmácias. Mas calma ao comprar o produto. É fácil e certamente você já ouviu falar sobre o Bepantol (também chamado de Dexpantenol), a famosa pomada da multinacional alemã Bayer. A diferença é simples, o Bepantol é um produto hidratante que possui 5% de concentração de D-pantenol em sua fórmula. Já o D-pantenol é puro. Então, a melhor opção será sempre o D-pantenol.

Encontrei o
O D-pantenol Salon Opus no Supermercado por R$10,90. Bem mais barato que o Bepantol. Numa embalagem de 60ml, que pra mim durou um mês.




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25 de abr de 2017


Resenha: Cazuza - Só as Mães São Felizes


Sabe aquele livro que você começa a ler e não consegue dormir até terminar?

Eu gosto desse tipo de livros biográficos, e amo as musicas e vibes dos anos 80, acho inclusive que nasci (quase) na década errada. O livro que eu vou falar hoje tem esse mix de sentimentos e é carregado de boas e tristes historias daquele que é considerado um dos maiores poetas de sua geração, e eu diria mais, até hoje.



O livro é contado em depoimento à escritora também biógrafa de Elis Regina e da Princesa Isabel, por Lucinha Araújo, 'Cazuza - Só as Mães São Felizes' (editora Globo Livros), teve sua terceira edição lançada em 2016. Lançado em 1997, o livro é um olhar de Lucinha sobre a vida e a carreira de seu filho, que faleceu em 1990, em decorrência da aids, aos 32 anos.

O livro que um é best-seller, teve sua orelha escrita por Ezequiel Neves (1935-2010), um dos grandes amigos de Cazuza e também produtor musical do Barão Vermelho, banda que lançou o poeta. "A gente chora, ri, mergulha em paraísos de paroxismos e emoções maravilhosamente irremediáveis", escreveu Zeca, como era conhecido, na publicação. Em 2004, o livro foi inspiração juntamente a novas memórias de Lucinha, para o filme 'Cazuza - O Tempo Não Para', de Daniel Filho e Sandra Werneck, com Daniel de Oliveira no papel do ídolo e Marieta Severo como sua mãe. O longa levou quase 3 milhões de espectadores aos cinemas, e sem dúvidas nenhuma foi a melhor interpretação já feita não apenas da historia do músico e compositor, mas Daniel de Oliveira sem dúvidas roubou a cena.


O livro começa a ser contado pelo seu fim, porém toda historia precisa de seu começo, e de uma forma bem trabalhada visitamos o passado a partir da historia de seus pais. Assim começamos a ver, o nascimento e o crescimento de um garoto com a educação exemplar se transformar em um jovem de ações impensadas e conturbadas, com conseqüências trágicas a sua própria vida.

O fato é que se este livro não fosse uma história verídica seria muito melhor. Mas infelizmente as coisas nem sempre sai como queremos! Ao mesmo tempo em que você ler percebe que Cazuza viveu a vida que queria por que os pais consertavam tudo que ele fazia, você percebe a luta e dor dos pais por não consegui educá-lo como tentavam e ter que ver ele se acabando e não poderem fazer nada, alias, fizeram mais que o possível e ainda assim o final nós já sabemos. Cazuza morreu com 38 quilos, em um tempo onde a AIDS era uma incógnita até mesmo para os médicos. Não existia nenhum conhecimento da causa, e muito menos recursos suficientes no Brasil para tal problema. Seus pais lutaram aqui e fora do país para fazer o que era possível, o que infelizmente não deu jeito.


O livro conta quase que detalhadamente cada fase de Cazuza, com depoimento de amigos, artistas e familiares. Tem uma edição perfeita ao texto, com fotos e registros incríveis desse poeta que tem sua obra em alta até hoje.

Como amante da obra do Cazuza e do trabalho realizado pela Lucinha, na minha primeira viagem a cidade do Rio de Janeiro fiz questão de conhecer a Sociedade Viva Cazuza e posso dizer que foi uma experiência inenarrável. O cuidado e o carinho vindo daquelas crianças são como uma tapa na sua cara. Eles sem dúvidas são guerreiros que tem muito a nos ensinar diariamente, e não só pela limitação de saúde, mas como viver normalmente em uma sociedade preconceitos e com toda a limitação financeira que a casa encontra mensalmente.

Com toda certeza esse livro merece sua leitura e a causa, toda a sua atenção. Hoje a AIDS tem jeito. Cuide-se, previna-se! 

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24 de abr de 2017


Jeitinho Luna Lovegood de ser


Luna, que em latim significa “lua” (onde dizem que a sanidade de quem carrega esse nome é afetada pelas fases da lua), do inglês “amor bom” é uma das personagens que como seu nome já diz, é uma das mais iluminadas e minhas preferidas dentre o universo Harry Potter.  Seu olhar vago e sonhador despertar atenção por onde passa, parecendo geralmente ter sido despertada por um acidente qualquer.

Diante de tantas características que marcam a personagem, fiz algumas anotações e compartilho com vocês as mais doces fases que aprendi com Luna Lovegood!


Ter seu próprio estilo – Ela não aderiu ao estilo atualizado da moda, pois tem o seu próprio, e não liga para o que os outros falam. Quantas vezes deixamos de ser, fazer ou ter o que gostamos pelo que os outros venham pensar? Luna, não se esconde atrás dos seus óculos estranhos ou do chapéu fantástico de leão. Ela ali expressa sua personalidade e vive o seu jeito.


Amiga fiel – Protetora e leal. Sua lealdade rendeu até em prisão e escoriações. Ela sempre se doou e nunca cobrou nenhum tipo de retorno com relação ao carinho que sentia! Luna só representou amor!

Veja o mundo com bons olhos – Luna sempre via o lado bom das coisas, embora na grande maioria das vezes fosse vista com a menina perdida e/principalmente em seus devaneios, mas poucos entendiam as possibilidades no além, que ela via.


Tenha orgulho de ser quem você é – Luna sabia que muita gente não acreditava ou gostava, ou até mesmo fala mal dela pelas costas. Mas ela não se importava com isso. Ela não tinha vergonha de ser quem era, e pelo contrario, defendia seus interesses e se orgulhava de suas atividades, mostrando sempre muita personalidade e transparência.  Luna é uma lição de auto-estima, esse porém talvez seja inclusive o ponto mais precioso que ela nos ensina. Diante da zoação ela não mudou, pelo contrario, continuou e viveu feliz!


Paciência é mais que uma virtude – em nenhum momento vemos Luna estressada ou perdendo o controle (exceto o “Harry Potter, você vai me ouvir AGORA!”. Rs!. Porem eu acredito que até quando ela estava em uma situação tensa ou até aflita ela sabia lidar com os limites, tanto os do mundo quanto os seus próprios. Aquela historinha né, “Respira fundo e vai!”.

Claro que esses são só alguns pontos da personalidade incrível dessa belíssima criação de J.K Rowling, que além de ser uma personagem incrível, foi interpretada por uma atriz espetacular, Evanna Lynch.

Com a Luna, aprendi que é bom dormir usando sapatos quando se é sonâmbulo. E que uma das melhores coisas da vida é um prato de pudim. Haha!


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