26 de jan de 2018


Resenha: #O que aprendi sendo xingado na internet


Quando você ver um livro na estante de um amigo e pela capa pensa logo: PRECISO PRA ONTEM!!! Essa é minha historia com o #O que aprendi sendo xingado na internet de Leonardo Sakamoto.

Quando você começa a ter uma historia na internet, e dela começa a ter a grana que paga suas contas, qualquer informação que te ajude a ser melhor é valida. Eu não conhecia o Sakamoto, nem muito menos sabia do que se tratava seu livro. No mesmo mês de seu lançamento (vai fazer um ano eu acho) acabei comprando, e ao comentar sobre com uma amiga, ela logo abriu o sorriso indicando que valeria super a pena.

O livro trata-se de fragmentos de seus textos publicados em um blog na internet, baseado em historias e opiniões próprias e manifestações de redes sociais. Mesmo que tenha um caráter político, Sakamoto nos traz pra dentro do mundo “civilizado digitalmente” se é que nos dias de hoje isso é possível.

A orelha do livro é assinada por Gregório Duvivier, pessoa da qual eu particularmente não concordo muito com algumas de suas posições, porém foi sensato nesse caso em seu pensamento.

O livro é pequeno e em uma escrita fácil e prazerosa, que te permite uma leitura rápida. De fácil compreensão, o livro é bem dividido em tópicos.

O livro conta fatos de ódio e intolerância em era digital e as formas que podemos usar para driblar conviver ou evitá-las. Embora o assunto dos textos seja bem “sociais”ou mesmo “políticos”, a forma com que o autor trata de nada te induz, pelo contrario, te ensina, alias como ele mesmo repete diversas vezes que não é/precisa ser preto no branco, oito ou oitenta, como se não fosse bom ou necessário escolher um lado, que é preciso respeito, educação e ética, até para opinar e discordar. Para conviver com as diferenças. Bem oportuno para os dias de hoje. Algumas dicas são inteligentes e super aproveitáveis. Indico demais!

Sinopse oficial: Um manifesto contra o ódio e a favor da tolerância na internet. Um dos blogueiros mais conhecidos da atualidade, Leonardo Sakamoto divide opiniões sempre apaixonadas. Possui uma legião de seguidores que diariamente acessa seu blog, hospedado no portal UOL, e compartilha seus textos, ao mesmo tempo em que cultivou um sem número de detratores que, com o acirramento das disputas políticas entre direita e esquerda, dedicam-se a xingá-lo, espezinhá-lo e, em casos extremos, ameaçá-lo. O que eu aprendi sendo xingado na internet nasceu da reflexão do autor sobre a facilidade com que se disseminam ódio e boatos na internet. Escrevendo com conhecimento de causa, Sakamoto produz um manifesto a favor da liberdade de opinião e expressão na rede, e disseca os mecanismos que permitem que informações incorretas se espalhem, causando danos irreparáveis. Sobre o autor: Leonardo Sakamoto é paulistano. Jornalista e doutor em ciência política pela Universidade de São Paulo, cobriu conflitos no Timor Leste, em Angola e no Paquistão e o desrespeito aos direitos humanos no Brasil. Foi professor de jornalismo na ECA-USP (entre 2000 e 2002) e na PUC-SP (desde 2011). É diretor da ONG Repórter Brasil e conselheiro do Fundo das Nações Unidas para Formas Contemporâneas de Escravidão.

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22 de jan de 2018


#DicadaNay: SOS Bomba Whey Protein da Salon Opus


Hoje vamos falar de uma linha que não tem saído da minha vida desde a primeira vez que vi na prateleira do supermercado. SOS Bomba Whey Protein da Salon Opus.
A linha é indicada para quem está com os cabelos fragilizados, com pontas duplas, quebradiços e sem brilho, pois promete “Nutrição, Hidratação e Fortalecimento”, e devo dizer que ela cumpri direitinho o prometido.

SOS Bomba Whey Protein Nutrição tem uma combinação de vitamina A, pantenol e cisteina que é um ‘aminoácidos importantes para o organismo’, ou melhor, a cisteina é o principal componente da queratina do cabelo, importantíssimo para manter a saúde dos fios e o crescimento do cabelo.
cisteina no cabelo traz os seguintes benefícios:
  • Redução de volume
  • Brilho mais intenso
  • Reestruturação e fortalecimento dos fios
  • Alinhamento uniforme das cutículas
  • Crescimento do cabelo


Diante de tantos benefícios, vamos aos testes!!!

Embalagem diferente das habituais da Salon Opus, porém com cores que chamam atenção do consumidor.

Falando de custo beneficio, é agradável até o quanto você está disposto a pagar. Diante do surgimento dos novos produtos e dos tratamentos caseiros, um shampoo entre R$9,00 e R$12,00 golpinhos é bem pagável, principalmente por sua qualidade.
Indicado para uso diário e para todos os tipos de cabelos, esse maravilho choque de vitaminas não tem adição de cloreto de sódio, ou seja, LIVRE DE SAL MEU POVO!!!!

Além de toda a maciez e brilho que ele ofereceu aos meus cabelos, sentir ele mais leve e bem menos volumoso, sem falar do cheirinho que é muito bom. Ele não é fácil de encontrar, pelo menos não pra mim aqui em Fortaleza, só acho ele nos Supermercados grandes e na Extrafarma.


Com o shampoo eu sinto meu fio além de macio e nada ressecado a pós a lavagem, eu sinto que ele fica limpo de verdade. Já o condicionador que é super concentrado, no dia que eu passo não sinto a necessidade de passar a mascara. Ele por si me dá o efeito que preciso para a nutrição e hidratação do cabelo. 

Conheci a marca no final do ano passado, e tenho usado ele pelo menos uma vez por semana. Se não fosse não bom assim, não teria como indicar não é!?


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20 de jan de 2018


Cinqüenta tons das minhas experiências tardias


Eu devo ser umas das pessoas mais atrasadas da atualidade, e sempre tenho tido experiências tardias, e isso não me faz menos louca que os normais. O exemplo disso é minha primeira serie eu ter visto apenas no meio do ano passado (quem acompanha o BG há um tempo, sabe que eu to falando de FRIENDS <3! Pera ainda, ano passado não, 2016, é ruim pra acostumar, todo começo de ano é a mesma coisa).
A experiência que eu trago dessa vez se chama Cinquenta Tons de Cinza, ou Christian Grey, ou o “ser humano limpinho e gostoso” como já dizia a Srta. Kavanagh.

Desde 2015 que eu escutava com freqüência coisas do tipo “já leu 50 tons de cinza?”, “amiga tu precisa ver esse filme!”, “de que planeta tu não sabe quem é o Grey?”, e mesmo diante de tudo isso nunca me sentir tentada. Só ouvia falar de todos os tipos de comentários: “os atores não se gostam”... “o sexo é explicito de verdade”... “ele amarra ela assim, assim, assado”, e tudo isso me deixava ainda mais distante da historia.



Até que em julho de 2017 uma amiga sem saber da minha analfabetice greynatica, me convidou a monitorar uma página que ela administrava no facebook sobre o assunto, o que eu fiz? Mais uma vez, fugi! Dias depois, achei os benditos livros nas coisas da minha irmã mais nova e ai não tive como driblar os argumentos da minha irmã – pra quê que eu fiz isso!

De cara posso dizer que foi amor ao primeiro capitulo. Li cada frase desejando consertar cada duvida da Ana e colocar o Christian no colo e de verdade ajudá-lo. Foram ao total mais ou menos 96 horas, quase ininterruptas. A cada livro que terminava já via o filme especifico em sua seqüência. E vejo agora a realidade como o poeta já citará: “Eu acho que o jogo virou, não é mesmo?!”



Ao concluir a trilogia, já emendei ao Grey – Cinquenta Tons de Cinzas aos Olhos de Christian Grey, e devo dizer que esse é meu preferido até então (por que né, Darker está ai!). E embora ache que a versão de Anastasia por ser a primeira, tenha me causado mais emoção, até mesmo por que eu nunca tinha visto nada de sua historia. Porém a de Grey não fica muito atrás, mais completo, preenchendo lacunas e seu romance psicologicamente mais envolvente. A forma dele se negar aos sentimentos, mesmo se entregando sem perceber, é maravilhoso.


Enquanto aguardava ao trailer de Fifty Shades Freed – Cinquenta Tons de Liberdade, no Brasil – que por sinal vou deixar aqui em baixo pra vocês aplaudirem esse hino também, - e o livro Darker, Cinquenta Tons mais Escuros pelos olhos de Grey, que é a seqüência, que já ocupa os primeiros lugares entre os mais vendidos nos EUA e com lançamento para no dia 19 passado aqui no Brasil, porém já estava em algumas livrarias bem antes disso, li Cinquenta tons de Jamie Dornan, uma espécie de biografia do ator – danadinho já teve quedinha na minha Hermione, mas falo sobre isso num próximo post, resenha do livro, talvez! (update: alguns dias após escrever esse post, ganhei outra unidade desse livro, que tal um sorteio?)



A franquia no cinema chega ao fim no próximo 9 de fevereiro, quando o ultimo filme chega aos cinemas de todo mundo. Os ingressos para a pré-estreia já estão disponíveis e então já poderemos coçar os bolsos para compra de ingressos. O jogo agora é preparar os lencinhos e esperar pra ver o casamento mais improvável e esperado das telas em 2018.

E ai, me conta! Já leu e assistiu essa maravilha? Pra você o negocio é realmente de com força, ou é baunilha? Rs!




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