4 de ago de 2016


As voltas e a nossa necessidade de mudar.


Depois de um tempo é normal pararmos para avaliar se estamos no caminho certo, se alcançamos o que queremos ou programamos. E isso sempre acontecerá, mesmo se as coisas estiverem indo bem; inclusive esta avaliação pode ser muito positiva. É como se já fosse uma forma pronta, a receita do bolo pode até ser diferente, mas o formato sempre será igual. Neste sentido, eu estou sempre querendo mudanças; conquisto o que quero, e já quero mudar de novo. O que tem de errado nisso? Nada, aliás mudanças fazem parte da vida, e ninguém é obrigado a ser feliz o tempo todo com as mesmas coisas de sempre. Monotonia deveria ser crime! Experimentar coisas novas deveria ser sempre obrigação, e daquelas que se não for cumprida paga multa e das "bravas"
Outro ponto relacionado às mudanças são justamente o que elas agregam. Quando optamos por mudar, vem novidade em tudo. Novas histórias, novos amigos; mudam as musicas preferidas, as cores mais usadas, as opiniões. Eu sempre estou passando por isso. Gosto de sempre estar rodeada de amigos, quase sempre quebro a cara, porém os de verdade sempre permanecem a cada ventania; é como o coqueiro quando bate o vento, vai pra lá e vai pra cá, mas sempre está ali. Os novos, sempre vêm como surpresas, quando menos percebo eles já estão lá, abrindo até a minha geladeira (isso se não for o contrário, por que eu abro geladeira, deito na cama com o pé empoeirado, sento no colo e ainda chamo de vaca).

Quanto às músicas, dizem que estas nunca vão me decifrar, mas em muitos momentos conseguem decifrar minhas ideias e pensamentos melhor que eu mesma. Hoje posso ouvir um "Capitão Gancho" e me achar em cada frase de Clarice Falcão, assim como posso estar ouvindo Pitty e me ver em cada "Máscara" que ela cantar. Sem falar de tantos outros nomes, tais como Pocahontas, Projota, Los Hermanos, Natalie Imbruglia, MC TH, Ana Carolina, Mamonas Assassinas e Maria Rita; cujos quais o objetivo deste post não permite entrar no mérito agora, mas demonstram um pouco o quanto eu sou eclética e aberta à multiplicidade.

O que eu quero dizer, é que mais uma vez senti vontade e necessidade de mudar. E aqui estou eu! De calça jeans, camiseta e com a câmera na mão como sempre; com medos e inseguranças, mas se permitindo e se jogando como sempre. Algumas das mudanças foram: logotipo, nomenclaturas, design. Tudo pensado para a melhoria dos leitores antigos e arrumando a casa para receber os novos e sempre vendo como deixar o blog ainda melhor. Este é o meu (nosso) cantinho. O No Site ganhou complemento, eu, Nay, ganhei vocês! Espero que gostem e continuem comigo por mais esse tempo. E assim ficamos, até que mais uma vez, mudemos novamente. Se for pro bem, que mal tem!

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